01 / A oportunidade científicaBRASIL · PROPOSTA EM CONSTRUÇÃO
O próximo capítulo da biologia humana é longitudinal.
Construir um estudo longitudinal multiômico de referência no Brasil.
Um projeto acadêmico colaborativo, concebido para investigar como cada pessoa responde às intervenções — conectando moléculas, contexto clínico e vida cotidiana.
02 / Arquitetura científicaTrês camadas · um desenho integrado
Profundidade molecular. Contexto humano.
Uma arquitetura inicial enxuta, com escolhas analíticas abertas à concepção científica conjunta.
01 / PLASMA
Proteômica DIA
Função e regulação biológica
800–1.500 proteínas
Hipótese inicial de cobertura robusta; depende do fluxo analítico e da validação.
Quantificação sem marcação (label-free)
Preferência inicial: sem depleção ou enriquecimento
Exploris 480 ou Orbitrap Astral a definir
Decisões em aberto +
Instrumento, preparação, profundidade e custo por amostra. Aumentar a cobertura se houver ganho científico demonstrável.
02 / PLASMA
Metabolômica + lipidômica
Estado metabólico em alta resolução
RP-LC HRMS
Aquisição não direcionada para explorar metabólitos e lipídios.
Cromatografia líquida em fase reversa
ESI+/− ou alternância de polaridade na V1
Cobertura e anotação a caracterizar
Decisões em aberto +
Separação ou alternância de polaridades, extração e métodos de aquisição. HILIC apenas se ampliar a cobertura de maneira relevante.
03 / URINA
Metabolômica + exposômica
Biologia próxima da vida cotidiana
Coletas frequentes
Urina líquida + dispositivo Reload para amostragem seca.
Alimentação, suplementos e medicamentos
Interações microbioma–hospedeiro
Xenobióticos, hábitos e exposoma
Decisões em aberto +
Equivalência entre urina seca e líquida, estabilidade, normalização e desempenho em aquisição não direcionada.
↗
Uma base para cocriar. As escolhas instrumentais e a profundidade analítica serão definidas com o parceiro acadêmico, a partir da pergunta científica.
03 / Ciência que já começouDa tecnologia à coordenação longitudinal
Uma base real. Uma ambição aberta.
A Reload reúne tecnologia de amostragem, experiência em projetos com apoio FAPESP e capacidade de conectar dados à jornada dos participantes.
Microsampling proprietárioSoftware + integração de dadosRecrutamento e coordenaçãoWearables e questionáriosNutrição, hábitos e intervençõesBioinformática e modelagem
PUBLICAÇÃO · 2024↗
63 ácidos orgânicos urinários
Dispositivo adsorvente impresso em 3D para amostragem de urina.
Uma base metodológica publicada para a amostragem seca. A expansão para metabolômica não direcionada exige validação própria.
Bocato MZ et al.
“A new adsorptive 3D-printed sampling device for simultaneous determination of 63 urinary organic acids by LC-MS/MS.”
Um sinal isolado não explica um sistema. A integração pode ajudar a localizar processos que limitam uma resposta biológica.
Exemplos conceituais para pesquisa. As associações não estabelecem causalidade, diagnóstico ou indicação terapêutica; dependem de validação, controle de confundidores e interpretação especializada.
06 / Resultados científicos candidatosHipóteses a testar e validar
O que essa ciência poderia revelar?
Selecionar desfechos, definir referências e validar modelos antes de qualquer aplicação individual.
TRAJETÓRIA BIOLÓGICACONCEITUAL
Pessoa APessoa BPessoa C
ENVELHECIMENTO
Idade biológica
Investigar assinaturas de envelhecimento e sua estabilidade temporal, com referências externas e validação independente.
Curvas sintéticas; não representam resultados do estudo.
07 / Desenho do estudoDimensionar com transparência
Começar enxuto. Construir evidência.
Quatro cenários para discutir viabilidade, carga analítica e ambição científica.
PILOTO LONGITUDINAL
amostras de plasmaM0 · M3 · M6
amostras de urina
amostras biológicasPlasma + urina
injeções estimadasIncluindo reserva de 15% para QC
PLASMA
M0M3M6
URINA
CONTEXTO
Wearables contínuos · questionários · nutrição · sono · atividade · medicamentos e suplementos
Hipóteses e memória de cálculo +
Seis meses; uma amostra de plasma compartilhada entre os ensaios por visita; uma coleta de urina por momento. A reserva de 15% é apenas uma hipótese de planejamento para QC. Não inclui brancos, calibração, repetições técnicas, falhas, perdas, métodos adicionais nem a validação pareada urina seca/líquida da fase 0.
Os cenários não substituem o cálculo de poder. Tamanho de efeito, variabilidade intraindividual, perdas, multiplicidade e desfecho primário precisam ser definidos com o parceiro.
FASE 0
Validação analítica
Urina seca × líquida, QC, estabilidade e reprodutibilidade. Plasma capilar ou seco apenas se pertinente.
FASE 1
Piloto longitudinal
Viabilidade, adesão, variância intraindividual e refinamento do protocolo antes da expansão.
FASE 2
Estudo de referência
Desfechos e análise pré-especificados, recrutamento ampliado e ambição de publicação conjunta.
08 / Rigor analíticoComparabilidade ao longo do tempo
A confiança está no método.
Um plano de qualidade comum, definido antes da primeira amostra.
01 / ANTES DA AQUISIÇÃO
Preservar o sinal.
Estabilidade das amostras, condições de armazenamento e validação pareada entre urina seca e líquida.
Estabilidade · pré-analítica · rastreabilidade
02 / DURANTE A AQUISIÇÃO
Tornar lotes comparáveis.
QC agrupado, pools de referência de longo prazo, randomização de lotes e monitoramento de deriva instrumental.
QC · randomização · deriva
03 / DEPOIS DA AQUISIÇÃO
Garantir reprodutibilidade.
Critérios de CV pré-especificados, retenção dos arquivos RAW e amostras de ponte entre máquinas e lotes.
CV · arquivos RAW · comparabilidade
09 / Publicação e colaboraçãoAutoria intelectual compartilhada
Uma pergunta em comum. Competências complementares.
A proposta é construir ciência em conjunto: da escolha das hipóteses à interpretação e às publicações.
RELOAD HEALTH
Tecnologia e continuidade.
Participantes e coordenação · microsampling · software · camada de dados longitudinais · intervenções · integração e modelagem.
O protocolo e os acordos de colaboração devem preceder o recrutamento e orientar todo o ciclo de pesquisa.
01 Ética e participantes+
Submissão ao Comitê de Ética em Pesquisa (CEP), consentimento informado e definição do retorno de resultados antes da inclusão de participantes.
02 Dados e amostras+
Plano de proteção de dados alinhado à LGPD; responsabilidades, controle de acesso e titularidade definidos em acordo. Biobanco ou armazenamento com condições, prazos e usos futuros delimitados.
03 Publicações e propriedade+
Governança de publicações, critérios de autoria, acesso aos dados, propriedade intelectual e responsabilidades de cada instituição estabelecidos conjuntamente.
04 Continuidade e fomento+
Explorar chamadas FAPESP e outras oportunidades de fomento após alinhar objetivos, elegibilidade e responsabilidades. Nenhum financiamento futuro é presumido.
RELOAD HEALTH · PROPOSTA CIENTÍFICA
Compreender a biologia. Aprender com cada trajetória.